Sonhos e Utopias

Sexta-feira, Outubro 28, 2005


Lágrimas


Quando escorrem por felicidade,
lágrimas que escorrem por amor
lágrimas que escorrem
lágrimas...
que o vento secou.

O que mais há de melhor nesta vida
a não ser as próprias simplicidades
que ela mesmo nos oferece?
O amor...
ah o amor!
Complicado, frustrante, prisão,
mas é gostoso.

Há tempos eu não sentia esse encanto
um encanto de quando alguém toca a nossa alma,
palavras, teses, crenças,
que se dane o dinheiro,
que se dane a dor,
o que eu quero mesmo é a felicidade
e o meu amor.

Devo essa a uma amiga muito amável, como disse à ela: Te queria como minha irmã, te amo Carlinha ! ! ! Uma amiga que não da prá ficar sem... um abraço prá você garota, se não fosse por ti não haveria este texto. Texto elaborado graças à CARLA BIANCA ALMEIDA.

HELDER DE OLIVEIRA BARBOSA 02:15

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Domingo, Outubro 23, 2005


Resolví postar este por lembranças de um amor que se passou há bastante tempo, para mostrar um pouco também do ponto que posso chegar quando tenho inspirações amorosas.




Você é insubstituível


Nem mesmo todas maravilhas do mundo
seria capaz de superar sua beleza,
Nem mesmo todo o brilho das estrelas
seria capaz de superar o brilho de seus olhos,
Nem mesmo todo o perfume da natureza
seria capaz de superar sua essência,
Nem mesmo as mais belas notas de um piano
seria capaz de superar sua doce voz,
Nem mesmo todo o brilho de um tesouro
seria capaz de superar o brilho dourado de seus cabelos,
Nem mesmo todo doce sabor do mel
seria capaz de superar a doçura de seu beijo.

Não sei como lhe retribuir
por todos sentimentos prazerosos que me faz sentir,
Não posso usar lindas palavras,
Não posso usar lindas paisagens,
Não posso usar lindas rosas,
Não posso usar lindas canções,
Não me resta nada a lhe dar,
pois tudo o que há de belo existe em você.

HELDER DE OLIVEIRA BARBOSA 14:09

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Terça-feira, Outubro 18, 2005


Saudade


É como fruta comida pela metade,
como um jantar abandonado obrigatóriamente,
é como simplesmente lançar ao céu de ventos fortes
um humilde aviãozinho de papel
e esperarmos até ele voltar na mão.

É como deitar na cama
e o papai contar a história até a metade,
como aquele algodão doce
que a chuva um dia estragou,
ansiedade, insônia,
um dia que não se chega.

As saudades me vem
assim como um eclipse lunar,
assim como a chegada do inverno,
assim como uma Aurora Boreal,
saudade é praticamente algo que não tenho,
só depende de casos belos e importantes.

HELDER DE OLIVEIRA BARBOSA 02:04

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Terça-feira, Outubro 11, 2005


Eu confesso...


só preciso de carinho,
mas isso não significa beijos, transas,
ou um carinho de ardentes paixões,
é apenas um carinho, palavras,
que simplesmete e normalmente
poderia eu aceitar dentro de casa.
Carinho, creio que há meses não tenho.

Pode parecer me colocar como alvo,
mas talvez seja bom,
quem sabe desta vem um abraço!?

HELDER DE OLIVEIRA BARBOSA 01:32

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Sábado, Outubro 08, 2005


Assistir filme sozinho num sábado deste


Tento me lembrar do último filme
que com uma companhia assisti,
talvez assim
se eu o assistisse novamente
poderia sentir o calor de um corpo
deitado ao meu lado,
o calor de nossos amores
jogados num quarto,
o calor de um sorriso
que só tenho estampado.

HELDER DE OLIVEIRA BARBOSA 19:44

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Segunda-feira, Outubro 03, 2005


Às vezes sinto vontade de gritar


Às vezes choro
porque não tenho a quem abraçar,
às vezes choro
até conseguir liberdade,
às vezes choro
pois confundo como amar,
às vezes choro
só mesmo por chorar,
muitas vezes nem sei chorar.

É como querer pegar rosas
sem correr risco de me machucar com os espinhos,
é como querer correr
sem correr o risco de eu cair,
é como querer me esquentar na lareira
sem correr o risco de me queimar,
é como querer mergulhar nas profundezas
sem correr o risco de me afogar.

Às vezes agarro as rosas sem piedade,
às vezes corro até não conseguir mais respirar,
às vezes piso em brasas sem com as feridas me preocupar,
às vezes vou até o mais fundo dos mares para um tesouro encontrar.

Às vezes nada disso vale a pena,
às vezes nem sei se é o que há,
às vezes quero um amor,
às vezes quero viver sem amar.

HELDER DE OLIVEIRA BARBOSA 01:13

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